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Sofia de Castro Fernandes

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O valor (ou a ilusão?) da coerência.

Vivemos tempos de superprodução moral.​ Toda a gente diz o que deve ser dito. Toda a gente sabe o que fica bem.
As empresas têm valores.
Os líderes têm causas.
Os colaboradores têm propósito.

Só falta uma coisa: coerência.

Porque o problema não está no que se diz​, está no descompasso entre o que se diz… e o que realmente se faz.
É a empresa que fala de bem-estar, mas alimenta uma cultura de exaustão.​ 
É o líder que promove palestras sobre empatia, mas gere por medo.​ É o board que defende diversidade, mas continua homogéneo há dez anos...

Não é um problema de comunicação​, é um problema de integridade.​ E não se resolve com mais relatórios, mais campanhas ou mais hashtags​: resolve-se com decisões.​ Decisões concretas​ e visíveis​. Inconvenientes? Sim, às vezes​. Mas reais.

Porque reputações já não se constroem com declarações. Constroem-se com comportamento(s).​ E Cultura não é o que se apresenta em eventos, é o que se pratica na terça-feira à tarde, longe dos ''holofotes''.

Enquanto o discurso for maior ​do que a entrega, tudo o resto é retórica.
E já estamos todos​ (digo eu) ​muito saturados de discursos ''Miss Universo'' e das boas intenções que se repetem no dia 31 de Dezembro o ano inteiro.

#walkyourtalk
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*não é um grito. é só um sussurro cansado.

se também estás aí desse lado, a tentar ser luz sem saber se ainda vale a pena, estou contigo. e (ainda) somos muitos.

foi uma semana dura. daquelas em que uma pessoa tenta fazer o bem e leva “patadas” em troca. não é que esperes aplausos. só não esperas o vazio. a indiferença. como se a empatia tivesse saído de férias e ninguém se desse ao trabalho de substituí-la.

não estou triste. estou exausta. de explicar, de justificar a bondade, de ver a ternura a ser confundida com fraqueza. de perceber que há quem ache (cada vez são mais) que só se ajuda com interesses por trás. não é esse o meu mundo. e talvez esteja a viver no lugar errado, com as pessoas erradas. mas são tantas!

isto hoje não é um grito. é só uma partilha cansada.

se desanima? claro. mas não me tira do caminho.
porque forço o meu coração a lembrar-se que a vida não vai sempre a direito. e que devemos seguir com quem sabe estar, com quem vê, sente e entende.

se tu és uma dessas pessoas, ainda bem que estás aí.
se tu és uma dessas pessoas, isto também é para ti.

não estás sozinha e não estás errada. às vezes custa a crer, mas ainda há quem olhe para os outros, para o mundo e sinta tudo, tal como tu. ainda há quem acredite que estamos cá uns para os outros.

se também estás aí desse lado, a tentar ser luz sem saber se ainda vale a pena, estou contigo. e não estamos sozinhas.

[ a generosidade sem contrapartidas, essa ternura limpa, é rara. e as coisas raras são desconfortáveis para quem já se habituou a viver de olhos semi-cerrados, sempre com um pé atrás, sempre à defesa. ]
Post image by Sofia de Castro Fernandes
pessoa querida,

às vezes a vida esfrangalha-te de um lado ao outro. ficas sem norte, sem voz, com o coração a arder baixo e o corpo em piloto automático.
mas depois há aquele telefonema. aquela amiga que chega com um saco de pão quente e olhos que não julgam. aquela mulher que se senta contigo no silêncio e te segura as mãos como se fossem promessas.
é ali que percebes: o amor feminino é uma força tectónica. não precisa de fazer barulho. só precisa de estar.

nem todas as mulheres odeiam. nem todas competem.
há mulheres que te seguram quando tu própria já te largaste.
e são tantas. somos tantas.
há muito mais amor entre mulheres do que se diz.

há-de ser instinto.
há-de ser memória ancestral.
há-de ser amor sem performance.
eu acredito.


Próximos eventos:
SHIFT | O Poder de Parar para Recomeçar
Lisboa - 24 de Outubro | 18h00 - 21h30
Porto - 28 de Novembro | 18h00 - 21h30

https://lnkd.in/dr7pvPtc
Post image by Sofia de Castro Fernandes
*hoje é para ti, para mim, e para lembrar a todas as mulheres:

nem todas andamos de costas voltadas. há quem diga que precisamos de coragem. eu acho que o que precisamos é de memória.
de nos lembrarmos, umas às outras, quem somos. de nos lembrarmos, umas às outras, tudo o que já superámos, tudo o que já fizemos sem apoio, sem garantias, com o medo a andar ao lado. conseguimos e seguimos.
o mundo nem sempre joga a nosso favor. mas é aí que acontecem as maiores conquistas:
quando uma mulher decide abrir caminho, não só para si, mas para todas. quando em vez de competir, puxa pela outra. quando em vez de julgar, acolhe. quando em vez de subir sozinha, estende a mão.
nem todas estamos de costas voltadas umas para as outras.
há muitas a olhar de frente, com os braços abertos e o coração pronto para te dizer: anda.
quando estiveres cansada, quando te esqueceres do muito que és, do que já conseguiste e do tanto que vales, olha para o lado:

estamos aqui. e somos muitas.
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